Treinamentos x Turnover – Como baratear seus custos empregatícios e reduzir o turnover.

RIO – A rotatividade profissional é, normalmente, um fator de preocupação dos departamentos de recursos humanos. Segundo um estudo da consultoria Lens & Minarelli, foi constatado no levantamento que uma nova contratação é um processo 15% mais caro do que investir em um funcionário atual.

– Nessa área, há muitos profissionais jovens que estão construindo sua carreira; e além disso, cobra-se muito dessas pessoas, é um trabalho duro. Essa é a parte que não podemos administrar, mas muitas vezes a principal razão é o colaborador não sentir que pode crescer naquela empresa.

O gestor precisa apresentar ferramentas e condições para essa pessoa ser bem-sucedida.

Valorizar e capacitar o profissional parece ser o caminho para evitar esse processo, o chamado turnover. Douglas Viegas, gerente-geral do Arena Hotel, defende essa tese.

– Para evitar demissões ou saídas em massa, é recomendada muita atenção para o momento do recrutamento, deve ser uma etapa bastante criteriosa. A rotatividade resulta em perda de tempo e dinheiro.

– Antes de haver a necessidade da contratação, o gestor já deve estar de olho em pessoas que tenham a ver com a política da empresa. A pressa é a maior inimiga do recrutamento.

Os pontos negativos do turnover são inúmeros, porém Garcia enxerga um lado positivo:

– O único fator positivo é que a alta rotatividade mostra que o setor está aquecido e não faltam empregos. Porém, a qualificação do funcionário e sua reciclagem são estratégias inteligentes e baratas. Todo profissional novo, além do custo da seleção e contratação, levará um tempo para atingir a capacidade máxima operacional, o que acaba impactando na produção da empresa como um todo. O mais importante é que a empresa identifique as causas e elabore um plano de ação rápido para evitar que a rotatividade aconteça.


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